quinta, 31 de outubro de 2019 - 18:18h - 1819
Jovens ribeirinhos são orientados para o combate à violência contra a mulher
Bate papo com 70 estudantes de escola extrativista do Mazagão também abordou a Lei Maria da Penha e o Fórum Social Pan-Amazônico.
Por: Alice Valena
Foto: Sepm
Setenta estudantes de escola extrativista participaram da roda de conversa

Informar e conscientizar os jovens para o combate à violência contra as mulheres foi a proposta principal do encontro ocorrido nesta quinta-feira, 31, entre equipes da Secretaria Extraordinária de Políticas para Mulheres (Sepm) e 70 estudantes da Escola Família Extrativista do Carvão, localizada no município de Mazagão.

Durante o bate papo na comunidade, os participantes falaram sobre o papel dos jovens na sociedade, como moradores de comunidades ribeirinhas da Amazônia. A conversa tratou, também, da participação dos jovens nos 16 dias de Ativismo de Luta e Combate à Violência contra a Mulher, que vai acontecer em novembro. Eles serão agentes de aprendizado e do Fórum Social Pan-Amazônico.

O fórum visa a reconstrução do modo de vida do povo amazônico e sua relação com o meio-ambiente, inclusive, em relação às mulheres. Nesta edição, haverá o tema “Mulheres da Amazônia”, e a secretária de Políticas para Mulheres, Renata Apóstolo, participará como ativista e narradora da própria história de vida, como menina ribeirinha amazônida.

“A Sepm foi convidada para participar deste evento, como parceira, para debatermos o papel das mulheres na Amazônia, e, também, os jovens, principalmente, as jovens. Então fomos num local emblemático, como uma escola extrativista, que agrega estudantes de várias comunidades ribeirinhas, para convidá-los a estarem conosco nesse dia”, falou a secretária.

No encontro, os estudantes também passaram a conhecer as ações da Sepm no combate à violência doméstica e a Lei Maria da Penha, além de projetos para 2020.

Ruan Patrick Costa, 16 anos, ficou atento na roda de conversa, quando o assunto foi a Lei Maria da Penha. “Eu já presenciei um tipo de agressão e fiquei bem triste. Agora, sei, mais do que nunca, que nós, meninos, temos que respeitar as meninas”, reforçou o jovem.

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Sepm

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