terça, 29 de outubro de 2019 - 10:24h - 7145
Declaração da Pan-Amazônia defende populações tradicionais, indígenas e economia verde
A Declaração também reconhece a iniciativa da Igreja Católica em relação ao Sínodo dos Bispos em relação à Amazônia, evento conduzido pelo papa Francisco.
Por: Da Redação
Foto: Gilberto Ubaiara/Secom
Governador do Amapá, Waldez Góes, apresentou a declaração na Pontifícia Academia de Ciências do Vaticano

A Declaração da Pan-Amazônia apresentada pelo governador do Amapá, Waldez Góes, na 1ª Cúpula dos Governadores dos Estados da Pan-Amazônia, na Cidade-Estado do Vaticano, na Itália, defende um modelo de desenvolvimento da região fundamentado em uma economia verde que impulsione a produção, gere emprego e renda, e ao mesmo tempo favoreça o combate às mudanças climáticas e respeite os direitos das populações tradicionais, em especial dos povos indígenas.

O documento tem 14 itens que resumem o compromisso dos subgovernantes brasileiros e de outros países que compõem a Amazônia e a estratégia para o desenvolvimento sustentável da região. Acompanhe a carta, na íntegra, em anexo. VEJA O DOCUMENTO AQUI.

A 1ª Cúpula de governadores ocorre na Pontifícia Academia de Ciências do Vaticano. Waldez Góes, que participa do evento como presidente do Consórcio Interestadual da Amazônia Legal.

“Nós, governadores subnacionais da Pan-Amazônia, manifestamos nosso apoio incondicional às populações tradicionais, à população indígena, à economia verde que possa verticalizar as nossas vocações, gerando emprego e renda para os mais de 28 milhões de habitantes que vivem nos 9 estados da Amazônia Legal, e, sobretudo, nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável”, resumiu Waldez.

A Declaração também reconhece a iniciativa da Igreja Católica em relação ao Sínodo dos Bispos em relação à Amazônia, evento conduzido pelo Papa Francisco.

A declaração mostra os compromissos com o desenvolvimento sustentável da Amazônia, utilizando o marco conceitual da Encíclica Laudato Si, livro de autoria do Papa Francisco, que traz os resultados do Sínodo e os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODS).

Um dos objetivos é ter o Papa Francisco como um dos grandes aliados na defesa da implantação de práticas sustentáveis em todos os setores econômicos e produtivos.

“Quero agradecer o apoio da Igreja Católica, do Vaticano, e parabenizar o Papa Francisco por essa iniciativa. Esse evento vai marcar uma nova história no comportamento dos governos nacionais e subnacionais, bem como da sociedade, dos empreendedores e das organizações sociais em relação à Amazônia”, declarou Waldez Góes na abertura do evento.

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Gilberto Ubaiara/Secom

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