terça, 19 de maio de 2020 - 16:40h - 506
Escolas com iniciativas sobre educação feminina podem se inscrever em prêmio da Unesco
Projetos selecionados poderão receber premiação de US$ 50 mil. Inscrições encerram dia 26 de maio.
Por: Valdeí Balieiro
Foto: Erich Macias
A escolha pelo público feminino acontece com base nos níveis de desigualdade de gênero no acesso à educação.

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) está com as inscrições abertas para a 5ª edição do “Prêmio Unesco para Educação de Meninas e Mulheres”. Escolas da rede estadual  que desenvolvem projetos nessa temática podem se inscrever até 26 de maio. 

A inciativa quer homenagear e premiar pessoas, grupos ou organizações com importante contribuição à promoção da aprendizagem e inclusão de meninas e mulheres no âmbito educacional.

De acordo com o próprio órgão responsável pela realização do prêmio, além de ser financiado pelo governo da China, o evento seleciona dois ganhadores para receberem, cada um, um prêmio de US$ 50 mil.  O valor  deverá ser destinado ao fomento dos respectivos projetos sobre igualdade de gênero na educação.

Ainda segundo a organização, este é o primeiro prêmio dessa natureza e é único na exibição de projetos bem-sucedidos que melhoram e promovem as perspectivas educacionais de meninas e mulheres e, por sua vez, a qualidade de suas vidas.

Como se inscrever

Os interessados devem encaminhar os projetos aos e-mails brasilnatcom.unesco@gmail.com e comissao.nacional@itamaraty.gov.br. É requisito mínimo que as iniciativas tenham pelo menos dois anos de execução. Mais informações, o interessado deve acessar o site do prêmio, https://en.unesco.org/themes/women-s-and-girls-education/prize

Inclusão

O processo de correção de injustiças sociais inclui o direito básico de acesso à educação, assim como à promoção da igualdade de gênero. 

A escolha pelo público feminino acontece com base nos níveis de desigualdade de gênero no acesso à educação. Segundo o Instituto de Estatística da Unesco, 16 milhões de meninas nunca frequentaram uma sala de aula. Por consequência, as mulheres correspondem a dois terços dos 750 milhões de adultos analfabetos no mundo.

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