quinta, 12 de dezembro de 2019 - 13:20h - 1987
Em busca de financiamentos para a Amazônia, Waldez reforça relações internacionais
Waldez Góes defendeu a possibilidade de que os estados amazônicos recebam diretamente os recursos do Fundo Amazônia. Objetivo é investir em sustentabilidade.
Por: Andreza Teixeira
Foto: Divulgação
Waldez conversou com representantes da Noruega, Alemanha, França e dos Estados Unidos

O governador Waldez Góes defende a possibilidade dos estados amazônicos receberem diretamente os recursos da ordem de US$ 500 milhões destinados pela Noruega ao Fundo Amazônia do Brasil para financiamentos em projetos sustentáveis na região, caso não haja acordo entre os países doadores e o governo federal.

Em busca de ampliar o diálogo com os países doadores do fundo, Góes – que também preside o Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Legal – teve um encontro na quarta-feira, 11, com o ministro do Clima e Meio Ambiente da Noruega, Ola Elvestuen, durante a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP 25), que ocorre em Madri, na Espanha.

O Fundo Amazônia do Brasil foi instituído em 2008 e é voltado para apoiar iniciativas de combate ao desmatamento das florestas através de doações. Contudo, a Noruega não é favorável às mudanças que o governo federal sugeriu recentemente para o fundo, dessa forma, segundo o Ministério do Meio Ambiente da Noruega, os recursos não podem ser utilizados até que seja feito um acordo.

Nesse cenário, pontuou Góes, o bloco amazônico vem expandindo as conversas diretas com os países que colaboram com o Fundo Amazônia do Brasil.

“É preciso pensar em mecanismos como o nosso para encontrar uma alternativa. Por isso, estamos ampliando o diálogo com os países que colaboram com o Fundo Amazônia. Além da Noruega, conversamos com representantes da Alemanha, da França e dos Estados Unidos”, informou Waldez Góes.

Consórcio Interestadual

O Consórcio Interestadual da Amazônia Legal é composto pelos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Roraima, Rondônia e Tocantins. O bloco une 28 de brasileiros e está cada vez mais consolidado, com corpo técnico funcionando, espaço físico definido, planejamento estratégico concluído e prioridades elencadas.

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