sexta, 02 de dezembro de 2016 - 18:50h - 4533
Estudantes investem em feira de negócios
Evento é promovido pela Escola Estadual Profº Gabriel de Almeida Café
Por: Wellington Costa
Foto: Patrick Tavares
Feira de Negócios reuniu cerca de 270 estudantes do curso integrado de administração
A tarde desta sexta-feira, 2, foi de negócios para os estudantes da Escola Estadual Gabriel de Almeida Café, localizada no Centro de Macapá. Os alunos estiveram reunidos em uma feira que apresentou 21 pequenas empresas, todas com gestão de estudantes do 1º ao 3º ano do Ensino Médio Integrado em Administração do colégio.

Esta foi a nona edição da Feira de Negócios e reuniu cerca de 270 estudantes do curso integrado de administração. Entre os empreendimentos, uma loja de pufes feitos com materiais recicláveis. Garrafa pet, papelão, espuma e sobras de tecidos é a matéria prima. As peças são comercializadas aos preços de R$ 35 e R$ 40. Durante uma hora de evento, seis unidades foram vendidas.

“Pensamos em um produto que tivesse um baixo custo de produção e que também fosse tirar do meio ambiente, materiais que viessem a poluir. Estamos sempre preocupados com a questão ambiental”, disse a diretora de marketing e propaganda da empresa, Taylane Ferreira.

Tiveram ainda pequenas pizzarias, empresa especializada em cupcakes, outra em milk-shakes e vitaminas, além de comidas regionais. Um grupo de jovens com a mesma paixão, a tecnologia, criou uma loja para vender capas de celular personalizadas e outros artigos para telefones.

“A pessoa chega, escolhe uma foto, o modelo da capa e nós imprimimos na hora uma case novinha. O cliente tem um produto único, do gosto dele”, comentou a aluna Sanddy Wenddy, presidente da Space Cel.

O dinheiro arrecadado pelas empresas é para manutenção do negócio. Nenhum valor fica com a escola, garantiu a professora Sheila França, coordenadora da Feira e do curso de Administração.

“É o momento de os alunos colocarem em prática tudo que viram ao longo do ano escolar. Com a orientação dos professores, os negócios foram criados pelos estudantes. E muitas dessas ideias dão certo e acabam se formalizando de fato, ganhando o mercado e contribuindo com o desenvolvimento da economia local. A escola não fica com nenhum valor”, reforçou a professora.

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