quinta, 07 de setembro de 2017 - 11:12h
Projeto do governo que cria o Selo Amapá é aprovado na Assembleia Legislativa
A ideia do selo é agregar valor aos produtos industrializados aqui no Estado, especialmente os oriundos da Zona Franca Verde.
Por: Leidiane Lamarão
Foto: Maksuel Martins
Os sorvetes produzidos no Amapá, através de incentivos da Zona Franca Verde, recebem o Selo Amapá

O Estado do Amapá deu mais um passo para a consolidação da Zona Franca Verde. Foi a aprovação pela Assembleia Legislativa do Projeto de Lei, de autoria do Poder Executivo, que cria o Selo Amapá – Produto do Meio do Mundo, que tem a finalidade de identificar e promover os bens produzidos no Amapá.

“A ideia do selo é agregar valor aos produtos industrializados aqui no Estado. Serão fortalecidas as características e identidades geográfica, histórica, cultural, social e econômica das regiões produtoras do Estado do Amapá. Buscamos criar uma marca que permita o reconhecimento regional dos produtos, especialmente aqueles oriundos da Zona Franca Verde de Macapá e Santana, fomentando o ambiente de negócios local”, explica Joselito Abrantes, vice-presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico do Amapá.

O Amapá possui hoje 35 indústrias em processo de implantação na Zona Franca Verde e duas delas já receberam a certificação de incentivo fiscal da Suframa para se instalar no distrito Industrial do Estado.

“Estamos elaborando uma cartilha com todos os requisitos para as indústrias receberem o selo em seus produtos. Em breve todo o material será lançado pelo governador Waldez Góes, que vem trabalhando incansavelmente para a consolidação da Zona Franca Verde e assim garantir mais emprego e renda para a população do Amapá”, enfatiza Joselito Abrantes.

Investimentos

O Amapá aprovou a inserção das duas primeiras indústrias que compõem o corredor econômico da Zona Franca Verde em maio deste ano durante a 279ª Reunião do Conselho Administrativo da Suframa (CAS), que ocorreu em Macapá.

As empresas são duas fábricas, uma de sorvete e outra de ração animal. Juntas, elas estão injetando um capital de giro de R$ 43,5 milhões e abrindo mais de 200 postos de trabalho no Amapá. “É um novo caminho econômico que o Amapá começa a trilhar, no rumo da industrialização, da geração de empregos e renda, da circulação de capitais e do desenvolvimento que o povo do Amapá tanto espera”, completou o governador Waldez Góes.

 

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